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Grandes Coisas, Mui Gloriosas
Estrofe 1
Grandes coisas mui gloriosas,
Da cidade de Sião,
Que palavras não traduzem,
Preparadas já estão.
Seus preciosos fundamentos,
Deus os pôs, e eternos são.
Em moradas sempiternas
Os fiéis enfim reinarão.
Da cidade de Sião,
Que palavras não traduzem,
Preparadas já estão.
Seus preciosos fundamentos,
Deus os pôs, e eternos são.
Em moradas sempiternas
Os fiéis enfim reinarão.
Estrofe 2
Eis as fontes cristalinas
D'aguas vivas a jorrar;
Nelas podem os remidos
Sua sede saciar.
Que felizes habitantes
Lá pra sempre viverão!
Oh, que gozo, que alegria
Há de haver em ti, ó Sião!
D'aguas vivas a jorrar;
Nelas podem os remidos
Sua sede saciar.
Que felizes habitantes
Lá pra sempre viverão!
Oh, que gozo, que alegria
Há de haver em ti, ó Sião!
Estrofe 3
Ó meu Mestre, quanto almejo
Com os santos ir morar!
Na cidade pelas portas,
Coroado hei de entrar.
Pela graça inaudita
Viverei na redenção.
Glória, glória, aleluia!
Cantarei em ti, ó Sião!
Com os santos ir morar!
Na cidade pelas portas,
Coroado hei de entrar.
Pela graça inaudita
Viverei na redenção.
Glória, glória, aleluia!
Cantarei em ti, ó Sião!
'Grandes Coisas, Mui Gloriosas' is a Portuguese translation of John Newton's 'Glorious Things of Thee Are Spoken' (1779), originally set to Haydn's AUSTRIA tune, here possibly with an alternate setting, celebrating the eternal foundations of Zion prepared by God.