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Ó Amante de Minh'Alma
Estrofe 1
Ó Amante de minh'alma, deixa-me em Teu peito estar,
Quando o vento rouba a calma, quando brame irado o mar.
Guarda-me, bom Salvador, té o temporal passar;
Guia-me em Teu terno amor, quero em Ti me refugiar.
Quando o vento rouba a calma, quando brame irado o mar.
Guarda-me, bom Salvador, té o temporal passar;
Guia-me em Teu terno amor, quero em Ti me refugiar.
Estrofe 2
Só em Ti eu tenho abrigo, aos Teus pés está meu ser;
Não me deixes, sê comigo, Teu conforto eu quero ter.
Só confio em Ti, Senhor, meu auxílio de Ti vem;
Tu dissipas o temor, e o Teu braço me sustém.
Não me deixes, sê comigo, Teu conforto eu quero ter.
Só confio em Ti, Senhor, meu auxílio de Ti vem;
Tu dissipas o temor, e o Teu braço me sustém.
Estrofe 3
Tu encerras quanto anseio, sim, e mais, e muito mais;
Já não tenho mais receio, mesmo em meio a vendavais.
Justo e santo és Tu, Jesus, só fraqueza habita em mim;
Andarei em Tua luz, bem seguro até o fim.
Já não tenho mais receio, mesmo em meio a vendavais.
Justo e santo és Tu, Jesus, só fraqueza habita em mim;
Andarei em Tua luz, bem seguro até o fim.
Estrofe 4
Tua graça inesgotável pode me lavar do mal;
Teu amor incomparável puro e bom faz-me, afinal.
Fonte eterna, meu Jesus, manancial de todo bem,
Com ternura me conduz, ao eterno lar. Amém.
Teu amor incomparável puro e bom faz-me, afinal.
Fonte eterna, meu Jesus, manancial de todo bem,
Com ternura me conduz, ao eterno lar. Amém.
Portuguese translation of 'Jesus, Lover of My Soul' by Charles Wesley (1740), most commonly sung to the tune ABERYSTWYTH by Joseph Parry or HOLLINGSIDE by J. B. Dykes.